Conheça o Mercado

Aprenda um pouco mais sobre ações
Como a empresa distribui os dividendos?

Os dividendos podem chegar ao investidor de duas maneiras:

1. O pagamento de dividendos dos acionistas que detém ações no livro de registros da empresa é realizado diretamente pela empresa aos acionistas por meio de crédito em conta corrente ou disponibilizado no caixa do banco da empresa, mediante apresentação de documentos.

2. Para aqueles que têm suas ações custodiadas na CBLC, os valores são repassados pela empresa à CBLC que os repassa para os Agentes de Custódia, responsáveis pelo repasse do pagamento aos acionistas.

Informe-se consultando sempre os comunicados emitidos pelas companhias listadas na ocasião da aprovação da distribuição dos dividendos. No site da BM&FBOVESPA, esta informação está disponível no menu Empresas, opção “Para Investidores” - clique em “Informações Relevantes”.

Como é determinado se uma ação está em alta?

Determinamos se uma ação está em alta ou em baixa verificando a relação entre o último preço negociado da ação e o seu preço de fechamento no dia anterior. Assim, se o último preço negociado para a ação for superior ao seu preço de fechamento do dia anterior, essa ação está em alta. Se o último preço for inferior à cotação de fechamento, a ação está em baixa.

Como é formado o preço de uma ação?

O preço da ação é formado pelos investidores do mercado que, enviando ordens de compra ou venda de ações às Corretoras das quais são clientes, estabelecem o fluxo de oferta e procura de cada papel, fazendo com que se estabeleça o preço justo da ação.

A maior ou menor oferta/procura por determinada ação, que influencia o processo de valorização ou desvalorização de uma ação, está relacionada ao comportamento histórico dos preços e, principalmente, às perspectivas futuras de desempenho da empresa emissora da ação.

Tais perspectivas podem ser influenciadas por notícias sobre o mercado no qual a empresa atua, divulgação do balanço da empresa (com dados favoráveis ou desfavoráveis), notícias sobre fusão de companhias, mudanças tecnológicas e muitas outras que possam afetar o desempenho da empresa emissora da ação.

Como acompanhar o comportamento do mercado?

Através da plataforma de negociação do Easynvest, que mostra o andamento dos negócios no dia e a evolução do Ibovespa: o índice BM&FBOVESPA que acompanha a evolução média das cotações das ações.

Quem são os Investidores?

São indivíduos ou instituições que aplicam recursos em busca de ganhos a médio e longo prazos, que operam nas Bolsas por meio de Corretoras e distribuidoras de valores, as quais executam suas ordens e recebem corretagens pelo seu serviço.

Investidores são os clientes das Corretoras.

Como escolher uma Ação?

As ações com o objetivo de obter ganho(s) a médio e longo prazos, em oposição a resultados imediatos, podem ser divididas em:

  • "blue chips" ou de 1ª linha - são ações de grande liquidez (grande quantidade de negócios) e procura no mercado de ações por parte dos investidores, em geral de empresas tradicionais, de grande porte/âmbito nacional e excelente reputação;
  • de 2ª linha - são ações um pouco menos líquidas, de empresas de boa qualidade, em geral de grande e médio portes;
  • de 3ª linha - são ações com pouca liquidez, em geral de companhias de médio e pequeno portes (porém, não necessariamente de menor qualidade), cuja negociação caracteriza-se pela descontinuidade.
Como funciona a Dinâmica das Operações em Bolsa?

Execução

No Easynvest o investidor envia sua ordem de compra ou venda via Internet com isso, o investidor estará enviando sua ordem diretamente ao sistema da Bolsa.

Liquidação

Executada a ordem de compra/venda, ocorre a liquidação física e financeira, processo pelo qual se dá a transferência da propriedade dos títulos e o pagamento/recebimento do montante financeiro envolvido, dentro do calendário específico estabelecido pela Bolsa para cada mercado.

No mercado à vista, vigora o seguinte fluxo de liquidação:

D+0 - dia da operação;

D+1 - prazo para os intermediários financeiros (Corretoras) especificarem as operações por eles executadas junto à Bolsa;

D+2 - entrega e bloqueio dos títulos para liquidação física da operação, caso ainda não estejam na custódia da CBLC;

D+3 - liquidação física e financeira da operação.

A liquidação é realizada por empresas de compensação e liquidação de negócios, que podem ser ligadas à Bolsa ou independentes.

A BM&FBOVESPA utiliza a CBLC - Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia para liquidar as operações realizadas em seus mercados.

As Corretoras da BM&FBOVESPA e outras instituições financeiras são os Agentes de Compensação da CBLC, responsáveis pela boa liquidação das operações que executam para si ou para seus clientes.

Como utilizar ações como formação de patrimônio?

Embora o folclore do mercado destaque sempre casos de investidores que tiveram grandes ganhos no curto prazo na bolsa, não deve ser esta a expectativa de quem decide investir em ações.

Por ser um investimento de renda variável, o investidor nunca deve comprometer na sua aquisição de ações recursos que serão necessários para despesas de primeira necessidade ou gastos imediatos.

É recomendável que o investidor diversifique seus investimentos entre várias opções de poupança. E dedique ao mercado de ações aquela parcela de recursos sobre a qual tenha uma perspectiva de retorno de médio e longo prazos, ou seja, o dinheiro que sobra para um investimento de longo prazo, para formação de patrimônio ou para uma poupança de 5, 10 ou 15 anos.

É importante também que o investidor seja bem assessorado ao decidir suas aplicações. Acompanhar o noticiário econômico, seguir as publicações legais das companhias, acessar informações específicas requer esforço e conhecimentos técnicos especializados.

As Corretoras e outros intermediários financeiros dispõem de profissionais voltados à análise de mercado, de setores e de companhias, e com eles o investidor poderá se informar sobre o momento certo de comprar e vender determinadas ações para obter melhores resultados.

O investidor pode ainda buscar orientação sobre formas coletivas de investimento, como clubes e fundos de investimento, sob a administração de instituições e intermediários financeiros. Caso o investidor opte por deles participar por meio da aquisição de quotas, a decisão de quando, como e onde aplicar no mercado acionário os recursos dos vários quotistas é de responsabilidade dessas instituições e intermediários. Mensalmente, o investidor recebe o extrato demonstrativo de sua posição e pode, a qualquer momento, informar-se sobre a evolução das quotas, calculada e divulgada diariamente.

Enfim, não importa a forma pela qual se invista, se individual ou coletivamente. O importante é saber que a ação é, principalmente, uma alternativa de formação de patrimônio.

Por que diversificar os investimentos?

Diversificação de investimentos é o termo técnico utilizado para designar a antiga recomendação de que "não se deve colocar todos os ovos na mesma cesta".

Assim, da totalidade de seus recursos, o investidor deve separar o montante que estará comprometido com gastos de curto prazo e com pagamentos em datas fixas (mais os imprevistos) e destiná-lo a aplicações financeiras de curto prazo ou até mesmo mantê-lo em disponibilidade imediata.

Da parcela destinada ao investimento de médio e longo prazos, poderá destinar parte à aplicações de renda fixa e parte à operações de renda variável (ou seja, uma aplicação cujo rendimento não se conhece com antecedência).

Em princípio, quanto mais conservador, maior a parcela dedicada aos investimentos de renda fixa. Quanto mais agressivo, maior a exposição aos mercados de renda variável. Entretanto, a moderna gestão de fundos e carteiras consegue diminuir as diferenças de relação risco-retorno desses dois tipos de investimento por meio do uso de derivativos.

Derivativos são instrumentos financeiros sofisticados, cujo valor se baseia em outro ativo, os quais propiciam a montagem de estratégias de proteção ("hedge") ou, ao contrário, de alavancagem.

Entre as alternativas de investimento em renda variável destaca-se o investimento em ações. Quando este é realizado com expectativa de retorno de médio/longo prazos, o risco fica menor. Dessa forma, o risco passa a estar condicionado ao desempenho/resultado (lucro ou prejuízo) da companhia dentro de um horizonte temporal mais amplo.

Qual o perfil mais adequado como Investidor?

Atualmente, os investidores têm um objetivo claro: obter maiores ganhos nos investimentos. A oferta de produtos para se atingir esse objetivo é diversificada, atendendo a todos os tipos de investidores: do mais conservador ao mais agressivo.

Ciente do seu perfil, o investidor deve ainda considerar a tendência de mercado de que aplicações com os melhores retornos estão associados a riscos e prazos maiores.

Geralmente, ninguém entra em um empreendimento hoje para sair dele amanhã. A compra de uma ação é a mesma coisa que investir num bem, num carro, numa casa, e ainda tem a vantagem de ser uma operação simples.

Portanto, pense sempre no investimento em ações como uma formação de patrimônio, uma poupança de longo prazo. O seu risco será menor.

Como transferir minhas ações?

Caso queira transferir suas ações custodiadas em outra corretora para a Título, envie uma carta para a corretora onde suas ações estão custodiadas solicitando a transferência para a TÍTULO CORRETORA DE VALORES SA, informe o seu número de cliente e nosso número de custódia na CBLC (090-6).

Quais as recomendações para um novo investidor?

Antes de operar leia atentamente os textos elaborados pela BM&FBOVESPA, disponíveis em nosso site, no item “Iniciantes”, e faça os cursos de mercados de ações, à vista e de opções, para avaliar seus conhecimentos.

Procure estar sempre bem informado, lendo as notícias em relação à economia e política, bem como sobre setores e empresas nas quais tem interesse de investir, acompanhe as cotações e nossos relatórios de análises.

Avalie o montante a ser investido, para não comprometer os recursos que você necessitará a curto prazo, evitando assim, reverter sua posição em um momento desfavorável.

Na hora de comprar, verifique se a cotação do ativo é unitária ou por lote de mil. Por exemplo, se a cotação do ativo for R$ 10,00 por lote de mil e você deseja investir R$ 10.000,00, você deve comprar 1.000.000 deste ativo, (R$ 10,00 ÷ 1000) × 1.000.000 = R$ 10.000,00.

Não esqueça de considerar os custos envolvidos nas transações, para isso, consulte a opção Quanto Custa disponível em nosso site.

O montante financeiro necessário para a liquidação da operação deverá estar disponível em sua conta, pois a provisão para o pagamento será feita imediatamente após a realização do negócio. Da mesma forma, quando ocorrer a venda do ativo, imediatamente o crédito será provisionado em sua conta.

Apesar dos ativos objetos de sua compra estarem desbloqueados no prazo mínimo de três dias úteis, após a compra, disponibilizamos sua venda a qualquer momento. Confira os procedimentos para compensação e liquidação das operações.

Sempre que você for vender um ativo, consulte sua posição em custódia (informada na área restrita do cliente)

  • Preencha todos os campos;
  • Verifique se o montante da ordem não ultrapassa seu limite;
  • Certifique-se de que o preço colocado está dentro do mercado e que, portanto, sua operação tem chance real de execução.

Acompanhe o status de suas ordens para saber quais negócios foram realizados. As ordens em aberto poderão ser canceladas. Mas ATENÇÃO, somente considere sua ordem cancelada após receber a confirmação do cancelamento, já que durante a transmissão do cancelamento a ordem poderá ser executada e, após executada, não poderá mais ser cancelada.

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